terça-feira, 25 de setembro de 2012
Ah o calor que tanto me aquece!
Um dia ouvir da flor que ela sempre foi fria, que só estava se reinventando, aperfeiçoando-se , como se este “sentimento”, se me permite, fosse algo digno de sua beleza e seu cheiro, triste saber e ouvir, pois entendo que a frieza é algo que não nos torna vivos e sensíveis...
Eu não quero ser frio, porque o frio é doloroso, causa calafrios numa negatividade! Eu quero na minha vida muito LERIFOLE e fazer muito calor a quem de fato gosta de mim no seu sentido mais amplo, no verbo! E por respeito tratarei a flor do modo que ela se encontra, afinal o frio e o calor são opostos, e os opostos se distraem a vida toda... Já os dispostos, calor com calor se atraem lindamente sem espaço para negatividade seja qual for sua atmosfera. Desculpe-me flor mas minha escolha é o calor!
Sobre mim.
Sabe, viver é para todos os que ainda não morreram, mas saber viver é uma virtude para poucos! Estou aprendendo como seria viver, e creio que nos momentos em que estamos tristes, ou apenas percebemos que algo deu errado é que temos tempo para refletir, se cobrar, planejar e perceber o que é importante, quem é importante.
Ver fotografias é muito bom, ainda mais se nelas estão pessoas queridas que você não visse há um tempo, ou que nunca mais verá nessa vida... São registros... Registros que ficarão para sempre de um momento, de como você e outras pessoas estavam naquele momento, de quem existia naquele momento...
Não sei, realmente não sei como é a fórmula para saber viver, mas guardo em minhas lembranças pessoas e momentos que me fizeram e fui feliz... Por que naquele momento, não haveria nada nem mais ninguém que me pudesse fazer igual.
Bay Mayse Andrade.
domingo, 23 de setembro de 2012
Então?
De repente tudo toma sentido, o que ontem era duvida hoje é certeza, e amanhã uma interrogação. Não significa que as coisas não estão certas, simplesmente é assim que são. Uns vivem pouco tempo e outros a muito não vivem... Se eu voltasse o tempo; faria muito mais e algumas diferentes, ou talvez não, talvez faria tudo igual, porque no final tudo valeu apena.
23.09.12
Pensamentos de Domingo!
Analisando a realidade...
Existe uma moralidade que me empurra a agir de tal modo, mesmo existindo algo em mim que diz está errado?! Mas o que é errado? Só estou tetando me reinventar as demandas do "mercado"......
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
E se...
Há... e se tivesse dito outra coisa? Se tivesse ido a outro lugar aquele mesmo dia? E se...? ah! E se tivesse feito outra escolha? não sei... Realmente não sei, mas sei... Sim eu sei, como hoje estou! sei que se aqui estou foi porque segui um caminho do “se”, sei que está bom, mas questionamentos do outro caminho do “se” está me rondando, mas esses questionamentos não me levarão ao passado, por isso a partir desse momento não me interrogarei do outro lado do “se”, e se tiver um terceiro lado? Estaria sendo muito egocêntrica em definir só dois!
BAY: MAYSE ANDRADE
sábado, 1 de setembro de 2012
Por gentileza seu sacana acerte!
Olhando esta imagem eu refletir, você só pode estar de brincadeira seu Arcanjo?
Poxa meu velho guia, estais com problema na mira?
Já te falei que é ela, e você insiste em errar meu caro!
Não quero A, B, C, D... Quero ela, só ela, não adianta querer me enganar!
Você me jurou fidelidade na busca, tenha foco e precisão!
Volte e faça seu trabalho, cantarei aquela musica Angelical no final do dia!
Tudo certinho?
terça-feira, 28 de agosto de 2012
A Branca de Neve sentou-se no cavalo com seu Príncipe e sorveteu!
Quando eu achar um namorado minha vida vai ser mais feliz: discurso daquela com sérios problemas de autorrealização. Quando eu achar um namorado vou transar todo dia: discurso da ninfomaníaca iludida. Quando eu achar um namorado vou emagrecer três quilos e ficar linda para ele: literalmente, o discurso de quem empurra com a barriga. O famoso “quando eu achar um namorado” nada mais é do que a fantasia de um sonho que todas as filhas de Afrodite tiveram, têm ou terão. O grande erro é sempre esse: o monstro da idealização.
Nem discutirei sobre o setor de “a procura do príncipe encantado”, todas nós, depois de muito custo, já descobrimos que ele não existe. Ainda assim, gerações e gerações esperam que em algum “reino tão, tão distante” lá estará ele, o homem dos sonhos, o pai dos filhos, o marido exemplar, o namorado à moda antiga ou seja lá qual for a nomeação mentirosa que você quiser dar. A verdade, minha querida, é que um dia, seja aos quinze, aos vinte ou aos vinte e cinco anos, você vai descobrir que esses são os dois dos grandes erros responsáveis por aquela velha frase de “eu não sou feliz”. O primeiro e mais corriqueiro é sonhar que um dia você encontrará ao acaso um ser do sexo oposto e lá estará a placa dizendo “Este é o seu príncipe encantado, agarre-o em três, dois, um.. já!”. O segundo é a idealização de supor que ao achar um namorado a felicidade vem de brinde. E não vem, é difícil acreditar, eu sei, mas não vem.
Quando você achar um namorado você vai ficar feliz, mas entre o ficar e o ser feliz, existe um longo caminho. Caminho no qual você terá que lembrar todo dia o que é cultivar um relacionamento. E isso pode parecer batido e antigo, mas é a pura verdade. Porque assistir filme toda sexta-feira cansa, transar na mesma posição enjoa, ver o outro com “roupa de ficar em casa” faz perder todo o encanto, dar beijo com bafo de acabei de acordar só é lindo no primeiro mês, ter que ir à festinha de aniversário da sobrinha dele em pleno sábado faz você sonhar com a balada. E aí, se não você não souber cultivar, se você não souber sair da rotina, se você não souber inovar, minha amiga, seu namoro estará fadado ao fracasso.
Você também precisará saber, antes mesmo de começar um namoro e de naufragá-lo com suas projeções de “namoro ideal” e expectativas frustradas, que estar junto com alguém não faz com que você se torne esse alguém, e que a personalidade do outro não deve fugir das mãos da pessoa e se alojar em você. E que não se deve mudar por ninguém, nem por osmose, nem por amor. É muito bonito e romântico dizer que “agora somos um”. Mas não são, quando você estiver com diarréia, é você por você mesmo. Quando você se voltar para seus pensamentos e se perguntar se é mesmo com essa pessoa que você deseja estar até o fim da vida, é você com você mesmo. E quando você fizer aquelas coisas que todo mundo faz quando ninguém vê, é você, você mesmo e só. O outro não tem nada a ver com isso. E é bom que não tenha, porque é preciso cuidar da sua própria individualidade para que sua vida não saia do eixo. Porque antes de ser dois, era um. E mesmo acompanhados, em alguma hora, ainda estamos sós. E não há erro nenhum nisso.
Erro é se vestir com os sonhos de menininha do papai e achar que só porque existe uma aliança no dedo existe uma aliança de vida. Erro é deixar de dar risadas com as amigas porque agora você é séria e passeia domingo na praça de mãos dadas. Loucura é esquecer-se de si, e pensar sempre no agrado do outro em primeiro lugar. O amor não é se doar, nem se doer. Amor é muito mais que isso. Amor é tudo aquilo que eu ainda nem sei. Mas já dizia minha avó que toda união deveria ser feita dessas cinco coisas: amizade, admiração, paixão, tesão e amor. E não importa em qual ordem esses sentimentos aparecessem, o que não poderia nunca acabar, são os dois elos da ponta: a amizade e o amor. Concordo com ela. Mesmo porque, todas as vezes em que decidi sair sem guarda-chuva, e ela o mandou levar, choveu.
Com todos os argumentos socráticos que eu poderia ressaltar prefiro ficar com toda simplicidade que os ensinamentos dessa simpática senhora podem trazer e também com o óbvio, mas que parece estar tão esquecido em nossas mentes jovens, neuróticas e contraditórias: namoro, casamento, acasalamento ou relação casual, enfim, onde existe a relação mútua entre duas pessoas, deve haver cultivo, individualidade, amizade e amor. Deve haver, antes de tudo, a vontade de estar com o outro até em Marte se possível fosse. Deve se jogar fora todas as idealizações de namoro dos sonhos e entrar com os dois pés na realidade de um namoro de carne e osso, com todos os prós e contras que isso pode trazer. Caso contrário, é melhor comer um x-burguer. É melhor fazer qualquer outra coisa que não seja tentar viver com alguém. Se nossa própria companhia já nos entedia vez ou outra, é preciso coragem pra enfrentar o amargo e o doce que existe em toda união. (Marília Campos)
Obs: Adorei o texto desta senhorita e mesmo sem ela saber vou socializar no meu blog! Só o titulo e fotografia será de minha criação!
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