Entra sábado e sai sábado e eu aqui me debruçando em alguns textos cirene, alguns deles são libertadores outros nem tanto, empobrecendo um amigo meu, alguns desses textos nem iram fazer sentido em minha vida a não ser melhorar talvez o poder de reflexão ou interpretação, outros geram um nojo da sociedade que vivo, sobretudo por entender ou não entender como nós sociedade civil somos ALIENANDOS no sentido mais profundo da categoria ou do termo, são vários InFelicianos na historia e a gente foca em um só, e as atrocidades mais cruéis estão acontecendo a cada piscar de olhos e nós povo que temos todo o poder cirene assistimos abestalhadamente e não tomamos partido.
Que fenômeno é este Cirene? Há merda este texto está com um caráter muito sociológico eu nem queria falar sobre isso! ESTE TEXTO NÃO ME REPRESENTA, MEU POVO NÃO ME REPRESENTA!? ESTRANHO NÉ? É ISSO MESMO, O POVO NÃO ME REPRESENTA!
Na verdade eu quero cair no ecletismo ao escrever, quero saltar para o AMOR, hahahah.....há o amor.... Permita-me senhores Fernando Pessoa, Carlos Drumond, Damário da Cruz, gostaria de dialogar com os senhores em algum momento não sei onde, pois vocês nos abandonou, (abandonou este povo que só ver um InFeliciano), eu amei senhores muito, hoje já não sei mais se vou amar, minha duvida é a seguinte, é possível amar outras tantas? O amor é isso? “A possibilidade de arriscar é que nos faz homem”? Tem um poeta contemporâneo chamado Saulo Fernandes, ele escreve com simplicidade sobre o amor e ao mesmo tempo com grandeza, fala coisas que se transforma em musica para o coração e para a alma, eu me pergunto todos estes senhores amaram mais de uma vez? Respondam-me, eu e Cirene estamos aqui roendo as unhas esperando essas respostas tão sonhada!!
sábado, 13 de abril de 2013
Ecletismo Total e com respeito ao senhores!! hahahah
Entra sábado e sai sábado e eu aqui me debruçando em alguns textos cirene, alguns deles são libertadores outros nem tanto, empobrecendo um amigo meu, alguns desses textos nem iram fazer sentido em minha vida a não ser melhorar talvez o poder de reflexão ou interpretação, outros geram um nojo da sociedade que vivo, sobretudo por entender ou não entender como nós sociedade civil somos ALIENANDOS no sentido mais profundo da categoria ou do termo, são vários InFelicianos na historia e a gente foca em um só, e as atrocidades mais cruéis estão acontecendo a cada piscar de olhos e nós povo que temos todo o poder cirene assistimos abestalhadamente e não tomamos partido.
Que fenômeno é este Cirene? Há merda este texto está com um caráter muito sociológico eu nem queria falar sobre isso! ESTE TEXTO NÃO ME REPRESENTA, MEU POVO NÃO ME REPRESENTA!? ESTRANHO NÉ? É ISSO MESMO, O POVO NÃO ME REPRESENTA!
Na verdade eu quero cair no ecletismo ao escrever, quero saltar para o AMOR, hahahah.....há o amor.... Permita-me senhores Fernando Pessoa, Carlos Drumond, Damário da Cruz, gostaria de dialogar com os senhores em algum momento não sei onde, pois vocês nos abandonou, (abandonou este povo que só ver um InFeliciano), eu amei senhores muito, hoje já não sei mais se vou amar, minha duvida é a seguinte, é possível amar outras tantas? O amor é isso? “A possibilidade de arriscar é que nos faz homem”? Tem um poeta contemporâneo chamado Saulo Fernandes, ele escreve com simplicidade sobre o amor e ao mesmo tempo com grandeza, fala coisas que se transforma em musica para o coração e para a alma, eu me pergunto todos estes senhores amaram mais de uma vez? Respondam-me, eu e Cirene estamos aqui roendo as unhas esperando essas respostas tão sonhada!!
terça-feira, 19 de março de 2013
É difícil não ser romântico com você , mas o amor é um jogo, e em um jogo, as pessoas se machucam, a frase o que eu quero é ser feliz chega a ser um deboche, eu quero ir até o fim, mas sozinho eu não quero, não consigo. Como não ser romântico com você? Um livro, um filme, a mais bela canção, não são capazes de traduzir meu lábios tocando os seus, mas o amor é um jogo, um jogo difícil de ser reinventado, as cartas já estão na mesa, e no final ninguém ganha, mas se o amor for cego, talvez ganhemos e não enxerguemos. "Talvez devamos ser gratos pelo tempo que passamos juntos, e parar de se apegar ao que poderia ter sido."
Diogo Oliveira
31.01.13
quinta-feira, 7 de março de 2013
E ai Nega??
Salvo engano, numa aula de antropologia a professora nos falou que nós acabamos nos relacionado com pessoas afins, com objetivos comuns e tal, dai a gente vai e teima se relacionar ou se permitir aos dispares. Resultado só da merda!!!
quarta-feira, 6 de março de 2013
Sozinho na Noite!!
Criar expectativas me refiro a você não idealizar um princesa em sua vida, essa princesa é uma mulher como qualquer outra, ainda que acredite que o AMOR É MAGIC, tudo que tem magia tem uma lado obscuro que nesse sentidos são os defeitos da outra pessoa, não criar expectativas é ter os pés no chão e amar o outro e se permitir com a razão com coração, entendendo que o outro é diferente de vc .... e que tudo é um paradoxo!
Sozinho na Noite!!
Criar expectativas me refiro a você não idealizar um princesa em sua vida, essa princesa é uma mulher como qualquer outra, ainda que acredite que o AMOR É MAGIC, tudo que tem magia tem uma lado obscuro que nesse sentidos são os defeitos da outra pessoa, não criar expectativas é ter os pés no chão e amar o outro e se permitir com a razão com coração, entendendo que o outro é diferente de vc .... e que tudo é um paradoxo!
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
O exercício de observar!
Quando se estar só, a observar o que está em volta, é possível ter a sensação dual de pequenez e de “grandeza”. Pequenez diante de muitas pessoas, cada uma com um sentido na vida, cada uma relacionando-se com pessoas que lhe são singulares e mesmo com tantas pessoas ocupando um mesmo espaço, não são um só grupo, ou seria impossível que fosse, apesar de um mesmo local, cada um encontra modos diferentes de diversão. E na singularidade de quem só observa além da grande quantidade de pessoas, há a imensidão e beleza da natureza, que convida a todos a lhe admirar. A Grandeza que se sente diante de tudo isso está dentro, estar em saber que somos preciosos a esse conjunto de pessoas e natureza na medida em que sentimos ou não essa dualidade.
Bay Mayse Andrade
domingo, 13 de janeiro de 2013
Loucura que virou paixão
O que era loucura virou paixão, por um simples gesto, o fim de semana se arrasta por um tempo incalculável, teu sorriso e seu olhar formam uma sintonia impossível de se esquecer, duas da manhã me pego pensando em você. Por quê? Teu perfume...este me persegue, e seu abraço me faz refém de algo impossível. Mas o que é impossível?
A sua ausência me maltrata, longe de você uma bela musica se torna tão deprimente. A lembrança do teu suspiro ao dormir, a ausência do calor do teu corpo, do calor dos teus beijos é ausência do calor da vida, tudo bem, o tempo vai passar e isto será uma simples lembrança, mas longe de você ele passa tão demorado.
Diogo Oliveira
29.11.12
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